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A 2.ª ronda da Taça de Portugal terminou com sete clubes eliminados por equipas de escalões inferiores. Dessas sete, cinco atuam na Segunda Liga: Académica, Mafra, Famalicão, UD Oliveirense e Varzim. Este quinteto vacilou perante conjuntos do Campeonato de Portugal.
A Briosa perdeu com o Pedras Salgadas, os mafrenses foram derrotados pelo Limianos, os famalicenses caíram contra o Águeda, os oliveirenses foram ultrapassados pelo Fátima e os poveiros não passaram pelo Sacavenense.
Já a Sanjoanense e o Paredes, ambos do Campeonato de Portugal, foram eliminados por Vila Real e Silves, respetivamente, dois emblemas dos Distritais.
Regra do mais forte
Tirando estas exceções, prevaleceu nos restantes confrontos a regra dos mais fortes, mesmo na condição de visitantes.
O Farense (II) afastou o Portalegrense (CP), por 3-0, o Arouca (II) o Caçadores das Taipas (CP), por 1-0, o Académico de Viseu (II) o Alverca (CP), por 3-0, o Penafiel (II) o Trofense (CP), 3-2, o Paços de Ferreira (II) o Condeixa (CP), por 3-1, o Estoril Praia (II) o Vasco da Gama (CP), por 1-0.
O Sporting da Covilhã (II) foi obrigado a 'horas extraordinárias' para eliminar o Cesarense (CP), depois do empate a 1-1 no fim do tempo regulamentar, tendo o golo salvador sido alcançado aos 113 minutos do prolongamento por Ricky (2-1).
O resultado mais desnivelado foi o verificado na goleada por 8-0 na receção do Amora (CP) ao Lamego (Distrital), logo seguido do 5-0 com que o Amarante (CP) afastou o Vila Flor (D) e o 5-1 com que o Praiense (CP) eliminou o Pinhalnovense (CP).