Bruno de Carvalho arguido na operação 'Fora de Jogo': «Agora vai tudo piar mais fino»

Antigo presidente do Sporting confirma condição num post que fez nas redes sociais

• Foto: João Miguel Rodrigues

Bruno de Carvalho confirmou, através das redes sociais, que foi constituído arguido na sequência da operação 'Fora de Jogo', a cargo da Autoridade Tributária e Aduaneira, e que ontem motivou 76 buscas, inclusive domiciliárias, designadamente em diversos clubes de futebol, respetivas sociedades e dirigentes, escritórios de advogados e agentes intermediários. O antigo presidente do Sporting garantiu que "vai ser um puro prazer colaborar com a justiça para se apurar a verdade" sobre duas das suas "maiores guerras no futebol: os fundos e os agentes".

"De ações da Autoridade Tributária que num total de 67 visitas constituiu 47 arguidos no Processo Fora de Jogo. Estou muito feliz por, mais uma vez, denúncias públicas feitas por mim, por causa dos contratos/jogadores Doyen, e não só, estejam a ser alvo de uma Mega-Operação por parte do Ministério Público e AT. Sempre disse que a AT tinha de investigar o futebol e intervir! Constituído como arguido, num processo que vai de 2010 até aos dias de hoje, na qualidade de ter sido Presidente da Sporting SAD de 2013 a 2018, vai ser um puro prazer colaborar com a justiça para se apurar a verdade sobre mais duas das minhas maiores guerras no futebol: os fundos e os agentes! Agora vai tudo piar mais fino", garantiu o ex-presidente leonino, que também é arguido no processo do ataque à Academia do Sporting.

Bruno de Carvalho comentou também a contratação de Rúben Amorim. "De asfixia bancária e pesada herança financeira Varandas passa para a compra, por 10 milhões, de um treinador sem curso e sem experiência, num custo total de 2 anos de contrato de 16 milhões (para termos ideia o contrato de 2 anos de Jorge Jesus era de 14 milhões). Um ato de desespero que coloca nas mãos de um rival direto 33% do seu orçamento total (orçamento do futebol do Sp. Braga é de cerca de 30 milhões)", escreveu. "A isto chama-se gestão danosa e desespero total. Totalmente em espiral de loucura e total fora de jogo (ao mesmo tempo estamos em risco de não ir às competições europeias se não pagarmos os 3 milhões ao Sinisa até 31 de março)"

 

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