Os bastidores da dobradinha: Aboubakar como repórter, a herança de Maxi e Soares a fazer 'stand up'

Porto Canal mostrou primeira parte de uma reportagem sobre as conquistas portistas

O Porto Canal exibiu na noite desta quinta-feira a primeira parte de uma reportagem sobre a dobradinha recentemente conquistada pelo FC Porto. Uma viagem aos bastidores da equipa que mostrou vários momentos de união e da confiança da equipa.

Entre outras passagens curiosas, destaque para o (bom) repórter televisivo que Aboubakar demonstrou ser ao entrevistar e traduzir as declarações dos seus companheiros francófonos Marega e Mbemba; Sérgio Conceição deu indicações preciosas para o autocarro da equipa chegar ao local onde jantou na Bairrada após a conquista da Taça; Maxi Pereira foi muito recordado pelo grupo pelo facto de ter introduzido no clube a música de 'Los Palmeras' que tem servido de mote para os festejos portistas nos últimos anos; e Soares fez uma espécie de número de 'stand up' com uma imitação caricatural de Mbemba a falar ao grupo.

Ao nível das declarações, na viagem de regresso ao Porto após a conquista da Taça de Portugal, Danilo Pereira indicou o momento em que sentiu que os dragões sairíam vencedores do encontro. "Quando o Luizito [Luis Díaz] foi expulso, soubemos que iríamos ganhar o jogo. A união é a nossa maior força. A Taça é de todos. Nossa, dos adeptos, de todo o staff que nos ajuda no Olival a trabalhar, desde as senhoras da limpeza aos tratadores de relva", referiu o capitão do FC Porto, uma premonição diferente da de Zé Luís: "Vi que íamos ganhar quando o Pepe saiu no contra-ataque e ainda ganhou uma falta. Quando ele ainda fez isso, ui..."

Sérgio Conceição, pelo seu lado, vincou que o seu 'grito de revolta' após a derrota na final da Allianz Cup "foi mais externo do que aquilo que as pessoas pensam". "Ninguém mais do que eu e do que a minha equipa quer ganhar", vincou. O técnico teve ainda uma palavra especial para Casillas. "Quando ele não teve treinos tão bons, tive que ser justo perante o grupo. A partir daí, foi talvez o jogador mais importante da equipa, mas mais importante mesmo. Por ser um exemplo para toda a gente. Ganhou inúmeros títulos e foi capaz de representar o verdadeiro simbolismo do que é representar o FC Porto, que é uma humildade muito grande e colocar o coletivo à frente dos objetivos pessoais", afirmou, dando conta de que "a vontade de que o Iker levantasse a Taça de Portugal partiu dos capitães" de equipa.

Por André Monteiro
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